segunda-feira, 4 de junho de 2012

Modelo de Ficha de Atendimento a Portador de Ferida


FICHA DE REGISTRO DE ATENDIMENTO À PESSOA PORTADORA DE FERIDA

Identificação e perfil sócio-econômico
Nome: _______________________________________________ Prontuário ___________________
Sexo: ________ Data de nascimento:              Estado civil:______________ No filhos: _____
Religião: _________________ Cor ( ) amarela ( ) branca ( )indígena ( ) negra ( ) parda (auto-denominação)
Escolaridade: _____________Profissão: __________
Habitação: ( )própria ( ) aluguel Saneamento básico: ( ) não ( ) sim No de moradores: _______________
Endereço: ______________________________________________________________________________
_____________________________________________________CEP: ____________________ Fone:__________________
Hábitos pessoais
Refeições: No/dia: _____ Preferência alimentar: ______________________________________
Ingesta hídrica: _______ l/dia Sono: ______ h/noite Insônia: ( ) sim ( ) não Motivo:_________________________
Hábito intestinal: Freqüência: ______ vezes/dia Consistência:_____________ No micções:______ vezes/dia Cor: _______
Etilismo: ( ) não ( ) sim Tipo de bebida_______ Freqüência: _____ Ingestão total: ________ ml/dia
Tabagismo: ( ) não ( ) sim No de cigarros/dia:_______ Alergia tópica: ( ) não ( ) sim Produto:_________________
Anamnese
Doenças atuais ( ) Diabetes Tipo I ( ) Diabetes Tipo II ( ) Drepanocitose ( ) Doença Neurológica
( ) Câncer ( ) Insuficiência Arterial ( ) Insuficiência Venosa ( ) Hanseníase
( ) Doenças cardiovasculares ( ) Doenças respiratórias
( ) Outras _________________________________________________________
Medicamentos em uso: __________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________
Lesão cutânea prévia ( ) não ( ) sim Local: __________________
Amputação prévia ( ) não ( )sim Local: ____________________
Vacina anti-tetânica: ( ) não ( ) sim Data da última dose ____/____/____
Tempo de existência da(s) ferida(s): _______________ Tratamentos anteriores da(s) ferida(s):


Mobilidade: ( ) deambula ( ) deambula com auxílio ( ) não deambula
Exame físico
§ Dados antropométricos
Peso: ______________Kg Altura: _______________m IMC: ____________ Kg/m2
(Referência: <18,5 Kg/m2àbaixo peso, 18,5 a 24,9 Kg/m2ànormal, 25,0 a 29,9 Kg/m2àsobrepeso, >30 Kg/m2àobeso)
Circunferência: MID: Panturrilha ______cm Tornozelo _______cm MIE: Panturrilha _______cm Tornozelo _______cm
§ Dados vitais
P. A. ____________mm/Hg Pulso apical: _____________bpm Temperatura axilar: _________ºC
Pulsos: pedial dorsal – MID ( ) sim ( ) não – MIE ( ) sim ( ) não
poplíteo – MID ( ) sim ( ) não – MIE ( ) sim ( ) não
tibial posterior – MID ( ) sim ( ) não – MIE ( ) sim ( ) não
§ Exame local
Edema de MMII ( ) ausente ( ) +1/+4 ( ) +2/+4 ( ) +3/+4 ( )+4/+4
Número de feridas: _____ Localização: _____________________________________________________________________
_____________________________________________________________________
Perda tecidual (considerar a ferida mais profunda):
( ) superficial (até derme) ( ) profunda parcial (até subcutâneo) ( ) profunda total (estruturas mais profundas) Extensão:
Ferida 01 Ferida 02 Ferida 03 Ferida 04 Ferida 05 Ferida 06 Ferida 07 Ferida 08 Ferida 09
Horizontal (cm)
Vertical (cm)
Área (cm²)
Profundidade (cm)
Presença de tecido necrótico ( ) não ( )sim (média em caso de mais de 01 ferida)_____________%
Sinais de infecção: ( ) não ( ) sim Quais: ____________________________________________________
Exsudato: ( ) não ( ) sim
Odor ( ) ausente ( ) discreto ( ) acentuado
Característica ( ) purulento ( ) serosa ( ) sero sanguinolenta ( ) sanguinolenta
Volume ( ) pouco (5 gazes) ( ) moderado (10. gazes) ( ) acentuado (> 10 gazes)
Dor/Escore: ( ) 0-ausente ( ) 1-leve ( ) 2-moderada ( ) 3-intensa
Área peri-ferida: ( ) intacta ( ) macerada ( ) eritema ( ) descamação ( ) prurido ( ) dermatite
Sinais e sintomas locais
( ) Hiperpigmentação ( ) Claudicação ( ) ¯ sensibilidade da
extremidade
( ) Mobilidade comprometida
( ) Lipodermatoesclerose ( ) Ausência de pêlos ( ) Anidrose ( ) Proeminências ósseas salientes
( ) Edema ( ) Cianose ( ) Fissuras ( ) Área de pressão
( ) Linfedema ( ) Pulso débil ( ) Hiperceratose Estadiamento: ______
( ) Varizes ( ) Pulso ausente ( ) Rachaduras Solapamento: ______
( ) Dermatite ( ) Hipotermia ( ) Calos ( ) Incontinência urinária
( ) Pele ressecada ( )Edema ( ) Deformidades ( ) Incontinência anal
( ) Outros: especificar__
____________________
Hipótese etiológica da ferida:
( ) Úlcera Arterial (arteriosclerótica) ( ) Úlcera microangiopática
( ) Úlcera Venosa (estase) ( ) Úlcera Neurotrófica
( ) Úlcera Mista ( ) Úlcera de pressão
( ) Queimadura ( )Úlcera Anêmica
( ) Outras _______________________________________________________
Resultados de exames laboratoriais:
Hemoglobina _______g/dl (4,0 a 6,2 milhões) Glicose jejum _______mg/dl (ver item exames complementares)
Leucócitos _________cel./ mm³ (4 a 11 milhões/mm³) Albumina __________g/dl (3,5 a 5,0 g/dl)
Plaquetas _________/mm³ (150 a 450 milhões/mm³) Cultura com antibiograma: _____________________________
Outros:_______________________________________________________________________________
Auto-cuidado
Forma de limpar:______________________________________________________________________
Material usado: ______________________________________________________________________
Produtos utilizados: ______________________________________________________________
Uso de terapia compressiva: ( ) não ( ) sim Qual? _____________________________________________
Repouso: ( ) não ( ) sim Descrever (técnica/tempo): ___________________________________________________________________________________
Condutas
Tratamento indicado: ____________________________________________________________________________________
Exames solicitados: _____________________________________________________________________________________
Encaminhamentos: _____________________________________________________________________________________

Observações:
Responsável pela consulta (nome/assinatura/data):
_________________________________________                                                                                                                                                                                                         

Curativo de Açai

Pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) desenvolveram um curativo feito com óleo de açaí que promete acelerar a regeneração da pele em casos de queimaduras e doenças, como dermatite, escamações e ressacamento. Além da fruta, o curativo é feito com um hidrogel gelatinoso que contém 90% de água e o PVP (polivinilpirrolidona).

O açaí é rico em Ômega 3 e antioxidantes, que aceleram o processo de regeneração da pele. Por outro lado, o hidrogel é rico em água e hidrata ferimentos e tecidos ressecados, a união destes elementos promete uma excelente ação sobre feridas como as queimaduras
.



Fonte : R7

Receita Caseira de Curativo Especial

Esta receita é para a fabricação de um curativo especial  usado para curativos como:  úlceras varicosas, úlceras de pressão(escaras), erisipela e assaduras de pele
Este curativo funciona como de repositor nutriconal para regeneração tecidual da pele.
Receita:
Frasco de 1 litro:

-vaselina líquida 100ml,
-vaselina salicilada 100ml,
-óleo de girassol 100ml ( AGE, com ação antiinflamatória),
-furacin líquido 100ml (ação antibiótica),
-óleo de anginco 50ml (ação antibiótica),
-óleo de eucalipto 50ml (ação antibiótica),
-óleo de sementes de uva 50ml(ação antiinflamatória),
-óleo de cânfora 50ml(ação antiinflamatória).

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Tipos de curativos padronizados

         CURATIVO LIMPO
    A) Ferida limpa e fechada
    a) o curativo limpo e seco deve ser mantido oclusivo por 24 horas.
    b) após este período, a incisão pode ser exposta e lavada com água e sabão.

    CURATIVO COM DRENO

    a) O curativo do dreno deve ser realizado separado do da incisão e o primeiro a ser realizado será sempre o do local menos contaminado.
    b) O curativo com drenos deve ser mantido limpo e seco. Isto significa que o número de trocas está diretamente relacionado com a quantidade de drenagem.
    c) Se houver incisão limpa e fechada, o curativo deve ser mantido oclusivo por 24 horas e após este período poderá permanecer exposta e lavada com água e sabão.
    d) Sistemas de drenagem aberta (p.e. penrose ou tubulares), devem ser mantidos ocluídos com bolsa estéril ou com gaze estéril por 72 horas. Após este período, a manutenção da bolsa estéril fica a critério médico.
    e) Alfinetes não são indicados como meio de evitar mobilização dos drenos penrose, poisenferrujam facilmente e propiciam a colonização do local.
    f) A mobilização do dreno fica a critério médico.
    g) Os drenos de sistema aberto devem ser protegidos durante o banho. 

    CURATIVO CONTAMINADO 
    Estas normas são para feridas infectadas e feridas abertas ou com perda de substância, com ou sem infecção. Por estarem abertas, estas lesões são altamente susceptíveis à contaminação exógena.
      a) O curativo deve ser oclusivo e mantido limpo e seco.
       b) O número de trocas do curativo está diretamente relacionado à quantidade de     drenagem, devendo ser trocado sempre que úmido para evitar colonização.
      c) O curativo deve ser protegido durante o banho.
      d) A limpeza da ferida deve ser mecânica com solução fisiológica estéril.
      e) A anti-sepsia deve ser realizada com PVP-I tópico.
      f) As soluções anti-sépticas degermantes são contra-indicadas em feridas abertas, pois os tensoativos afetam a permeabilidade das membranas celulares, produzem hemólise e são absorvidos pelas proteínas, interferindo prejudicialmente no processo cicatricial.
    e) Gaze vaselinada estéril é recomendada nos casos em que há necessidade de prevenir aderência nos tecidos.
    f) Em feridas com drenagem purulenta deve ser coletada cultura semanal (swab), para monitorização microbiológica.

PRODUTOS CONTRA-INDICADOS EM CURATIVOS



PRODUTO
EFEITO NA FERIDA
CONTRA-INDICAÇÃO
Açúcar*


* se não respeitado o tempo de troca
É esfoliante lesando o produto de granulação
É considerado fonte de infecção e atrai formigas e insetos, exige troca a cada 4 horas.
Permaganato de potássio (kmno4)
Resseca os tecidos
Impossibilita que o leito da ferida se torne úmido.
Povidine (PVPI)
Citotóxico para as feridas, destrói os fibroblastos
Pode causar dermatites:
- Existem relatos de absorção pela mucosa e lesões, podendo levar tardiamente a uma tireoidite e até mesmo insuficiência renal se usado por tempo prolongado.
Antibiótico tópico
Seleção de flora bacteriana no local da lesão, prejudicando a cicatrização.
Predispõe a hipersensibilidade ao antibiótico e dermatites.
Corticóides
Desfavorece o processo inflamatório por ação antiinflamatória retardando o crescimento tecidual.
Retarda o processo de cicatrização.
Éter/benzina
Ação irritante, resfria o tecido perilesão, desidrata o mesmo.
Retarda o processo de cicatrização e promove ressecamento do tecido perilesão.
Violeta Graciana
É citotóxica para os fibroblastos e dificulta a granulação normal.
Promove ressecamento da lesão, pode provocar manchas na pele.
Lidocaína em gel
Não promove efeito anestésico comprovado.
Inibe a ação de outros produtos que serão usados nas feridas ex: pomada desbridante.
Vaselina
Causa impermeabilização da pele.
Dificulta a ação de outros produtos, não tem como garantir qualidade de esterilização, o que pode promover colonização por microorganismos

A História das Feridas

Desde a antiguidade já se reconhecia a importância de proteger a ferida e evitar que se complicasse e repercutisse em danos locais ou gerais para o paciente.As feridas eram tratadas com  plantas, animais e minerais, tendo registros egipcios sobre a função do Bolor de pão no controle da infecção, utilizando de maneira arcaica o que seria 3000 anos após a penicilina, também usavam curativos à base de mel, graxa, fios de linho e diversos tipos de excrementos, que faziam parte dos princípios da farmacopéia egípcia.
Hipócrates, que lançou as bases da medicina científica, recomendava que as feridas fossem mantidas limpas e secas, e preconizava sua limpeza com água morna, vinho e vinagre.
Na Era Medieval, houve uma regressão destes avançados conhecimentos médicos. O corpo era considerado a morada de divindades ou de demônios e as feridas eram a prova de que os demônios estavam por perto. Então o cuidado das feridas foi entregue a pessoas consideradas bruxas que acreditavam ter poderes para expulsar os demônios e assim curar as feridas e utilizavam todo o tipo de materiais, tais como cataplasmas, teia de aranha e plantas medicinais. Tudo era acompanhado de muitas preces e rituais. Além disso óleos quentes eram utilizados na intenção de cauterizar o sangramento e as feridas.
A partir do século XIX, durante a Guerra da Criméia, foram criado vários tipos de curativos, à base de fibras e linho, que, sendo reutilizadas várias vezes se tornavam gradativamente mais macias, mas eram pouco absorventes.
Entre o final de 1840 e a Segunda Guerra Mundial, o foco para o tratamento de feridas e cicatrização foi a utilização de anti-sépticos e agentes tópicos com a ação antimicrobiana e a proteção com coberturas secas, como conseqüência às descobertas de Pasteur sobre a “Teoria dos Germes”.
Até o final da Segunda Guerra Mundial os recursos utilizados como curativos baseavam-se na crença de que o ambiente seco proporcionava melhores condições de cicatrização.
Em 1945 Bloom relata pela primeira vez a utilização de um filme transparente, permeável ao vapor, em 55 pacientes com queimaduras e descreve seu efeito benéfico no processo de cicatrização.
Em 1962, quando Winter e Roove demonstraram que a taxa de epitelização era 50% mais rápida em um ambiente úmido e que a formação de crostas era minimizada, houve um grande interesse pelo desenvolvimento de pesquisas, produção e comercialização desse tipo de recurso.

Referências Bibliográficas
1. Mandelbaum, S.H.; Di Santis, E. P. e Mandelbaum, M.H. S.: Cicatrização, conceitos atuais e recursos auxiliares – Parte I: An Bras Dermatol, RJ, 78(5):525-542, set/out 2003.
2. Mandelbaum, S.H.; Di Santis, E. P. e Mandelbaum, M.H. S.: Cicatrização, conceitos atuais e recursos auxiliares – Parte II: An Bras Dermatol, RJ, 78(4):393-410, jul/ago 2003

Curativo com Ringer Simples


A aplicação de gazes embebidas em solução de ringer simples mantém o leito da ferida úmido.
MECANISMO DE AÇÃO
- favorece o processo de autólise do tecido desvitalizado e a formação do tecido de granulação.
INDICAÇÕES
1. É indicado tanto na limpeza como no tratamento da ferida.
2. A lavagem da ferida com ringer simples, aquecido à temperatura corpórea, é recomendada, pois evita a vasoconstrição local.
Freqüência de Troca
 - conforme a saturação do curativo, em média a cada 4 horas

Uso de Aloe vera (babosa – produção de colágeno)


  A baboa ou Aloe Vera apresenta ação cicatrizante, anti-inflamatória, propriedade bactericida, laxante, agentes desintoxicantes, vitaminas C, E, complexo B e ácido fólico, contém também minerais, aminoácidos essenciais e polissacarídeos que estimulam o crescimento dos tecidos e a regeneração celular. É um produto barato e de fácil acesso.
  Indicações
   -queimaduras de primeiro e segundo grau.
- ulcerações refratárias.
- dermatite de contato
periostomia.
   Freqüência de troca
     - é aconselhada a cada 12 horas
  Resultado: em aproximadamente 10 semanas, observou-se a total cicatrização da lesão, não sendo observados desconfortos ou complicações decorrentes do uso do produto.

Enfermagem e Curativos


 
  • A decisão do tratamento (curativo) é exclusivamente do enfermeiro, porém a atuação multidisciplinar é indispensável para resultado final
  •  Manutenção do curativo deve ser prestada pela equipe de enfermagem
  • A enfermagem não pode cuidar exclusivamente da ferida sem abordar o paciente de forma integral
  • Um dos principais papéis do enfermeiro é desenvolver novas alternativas para o tratamento de feridas
  • Curativos tem grandes destaques nas publicações cientificas de enfermagem  
  •  Fica sob responsabilidade da enfermagem o tratamento e prevenção de feridas
  • É uma especialização reconhecida pela: (SOBEND e SOBEST)
  • Tem autonomia para realizar os procedimentos necessários para evolução clinica
  • Responsabilidade frente a equipe multidisciplinar e ao paciente
  • Respaldo legal, para executar tarefas invasivas nos curativos 

Terapia com Pressão Negativa Tópica(TPNT

                  

-Sistema de fechamento de feridas que utilizapressão negativa (vácuo).
Qual a ação da pressão negativa (vácuo) na ferida?
Acelera Cicatrização:
Aumento do Fluxo Sanguíneo;
Remove fluídos da ferida (edema);
Estimula crescimento de tecido de granulação;
Atrai as bordas da ferida ao centro;
Como é  a colocação deste curativo?

Primeiro uma esponja especial é colocada na ferida e em seguida é conectada uma ventosa e uma extensão que deve estar ligada em um aparelho chamado bomba de vácuo. Veja as fotos.

A colocação da terapia a vácuo causa dor?

Durante a colocação da terapia algumas pessoas relatam um desconforto cessa após alguns minutos. Durante a terapia não há relato de dor ou desconforto.

Protocolo de Aplicação
 
1. Espuma hidrofóbica de poliuretano, com 400 a 600 nanômetros, o que
permitiria o livre crescimento de tecido de granulação.
2. Colocada no leito da ferida até cobrir toda sua extensão, e
posteriormente coberta por uma película adesiva para criar um selo
hermeticamente fechado.
3. Uma borda de 2 centímetros do filme transparente é essencial para a
eficácia do tratamento.
4. A espuma deve estar conectada através de um tubo plástico de
drenagem a um reservatório para coleta de fluidos em uma bomba de
vácuo.
5. Este sistema cria pressão negativa sobre e dentro da ferida.

Trocas

Esponja a cada 24-72 horas
Reservatório apenas quando cheio (300 ml)
Anotar débito do exsudato 

Indicações para o curativo com PNT
Feridas que estejam secas ou exsudando,
Úlceras por pressão em estágio III e IV,Úlceras de estase,
Feridas crônicas tais como as úlceras de pé em pacientes diabéticos,
Feridas pós-traumáticas e pós-operatórias,
Queimaduras,
Feridas infectadas tais como as fasceítes necrotizantes,
Injúrias em tecidos moles, com exposição óssea ou não,
Feridas abdominais,
Em enxertos de pele para aumentar a fixação.

Contra - Indicações para o curativo com PNT 

Fístulas
Tecido necrótico
Osteomielite não Tratada
Malignidade da ferida
SANGRAMENTO ATIVO
DEFICIÊNCIAS DE COAGULAÇÃO

Recomendações
Se não houver resposta ou melhora após 2 semanas do
início da terapia aconselha-se a rever o plano de
tratamento.
Aconselha-se contar e registrar o número de espumas
utilizadas em curativos em cavidades para poder checar
a retirada de todas na troca do curativo.
Não manter a aspiração desligada por mais que 2 horas
num período de 24 horas.
As espumas devem cobrir toda e somente a lesão,
deixando as margens livres.
O tempo para troca do curativo pode variar conforme a
exsudação da ferida.

Referencias
(Braakenburg et al., 2006; Kaufman & Pahl, 2003; Collier, 1997; Ballard & Baxter, 2000; Joseph et al., 2000; Schineider et al., 1998; Argenta, 1997; Wada, 2006).